sábado, 19 de novembro de 2011

Le Figaro

De acordo com a imprensa alemã, Berlim tem considerado três cenários onde Atenas deixaria a União Monetária.

Desde a semana passada, o governo de Angela Merkel insiste em sua mensagem em todos os tons para calar os rumores: ruído que circulam entre Berlim e Paris, a Alemanha e a França não tem a intenção de estabelecer uma "zona euro menor" sem a Grécia, a Espanha, Portugal e a Itália. Isto não exclui a Berlim para estudar os cenários possíveis no caso da Grécia, seu elo mais fraco, decidiu finalmente deixar da União Monetária.
"A Alemanha tem apenas um único objectivo por meses: estabilizar a área do euro como um todo", diz o Chanceler alemão. De acordo com os downloads Der Spiegel, o governo de Angela Merkel, no entanto, iria preparar para a possibilidade de que a nova equipe no poder na Grécia se recusam a dirigir o programa de poupança para que o país tem o compromisso de seus parceiros. A Itália e a Espanha, a Grécia seria agora visto em Berlim como um "caso sem esperança". E os especialistas do Ministério das finanças plancheraient em três cenários.

Nicolas Sarkozy e Angela Merkel serviram sábado ao novo grego primeiro-ministro, Lucas Papademos, "a urgência da implementação abrangente e completa de todos os compromissos" por Atenas, incluindo aqueles contidos no acordo de 27 de Outubro. Caso contrário, Atenas não receberão qualquer ajuda financeira, e sair da zona do euro, pois, se tornaria inevitável.
Reforço do FEEF

De acordo com o "cenário base", o caso da figura mais optimista, os eventos teria lugar sem muita dificuldade. A saída da Grécia, depois de alguma turbulência inicial, seria muito positiva para a área do euro, porque "sem seu elo da Cadeia de países membros da zona seria reforçada." O levantamento da hipoteca grega facilitaria a tarefa para a Itália e a Espanha para estabilizar suas finanças.
Um segundo cenário previsto em Berlim, um dos piores, a Itália e a Espanha teria tomado a mercados financeiros desde o início da Grécia da área do euro. Portanto, FEEF, Fundo Europeu, deverá ser reforçada com urgência, para trazer seu poder de fogo para além de mil milhões de euros. No entanto, não é claro que isso foi suficiente para lidar.

A terceira opção, "o pior dos piores", explica a Spiegel, seria também considerada. Forneceria a falência da Grécia, incapaz de lidar com desvalorizações causadas por seu retorno para o dracma e que levaria a outros países em seu caminho… Mas seria o cenário menos provável…
Tradução de Francês…Desculpem mas eu falo e escrevo francês da mesma maneira que qualquer inglês fala a língua de Camões!

Alguém se lembra do Bobby Robson a falar Português?

Fica o link para o original…

http://www.lefigaro.fr/conjoncture/2011/11/13/04016-20111113ARTFIG00209-pour-paris-priorite-aux-engagements-pris.php


"Bling tradutor"

3 comentários:

  1. Boas!
    Também no Le Figaro, tem lá um artigo, que diz que a dívida dos Estados Unidos atingiu os 15 triliões de dólares na passada terça-feira.
    Passou de 10 triliões em Setembro de 2008, para os 15 triliões em Novembro de 2011, um aumento de 5 triliões no espaço de 3 anos, ...como se pode ver os resultados do quantitative easing são mesmo espectaculares.
    Segundo o Le Figaro, os Estados Unidos estão a endividar-se ao ritmo de 55,8 mil milhões de dólares por dia, em média mil milhões de dólares a cada 7 meses e meio.
    A dívida americana atingiu em Novembro deste ano os 99% do PIB, cada americano deve 48.000 dólares,...já nem as rotativas são mais solução para eles.
    Mas...continuam alegremente a usufruir de rating AAA (hahahahaha!!!) ou não fossem as agências de rating anglo-saxónicas.
    Segundo o FMI, os Estados Unidos chegarão aos 100% de défice até ao final deste ano, atingirão os 105% em 2012, e continuarão a progredir até aos 115% em 2016.
    É assustador, não há sequer dólares impressos que dêem para pagar tal dívida, e isto é só a dívida do estado, faltam ainda as dívidas particulares, de bancos, empresas e pessoas.
    Talvez os americanos prefiram que a Europa rebente primeiro, a seguir entram também em bancarrota e entalam chineses, japoneses, árabes, europeus, e todos os seus credores no geral.
    Durante algum tempo eu pensei que, se a Grécia cair nós vamos atrás, ficaríamos mais pobres durante uns anos, mas depois tenderia a melhorar um pouco no futuro.
    Depois verifica-se que, com a interligação de dívidas de todas as economias europeias, afinal todos os países europeus vão sofrer, com diferenças de escala mas vão sofrer.
    Agora, com os Estados Unidos em forma lastimável, eu constato que será uma questão de tempo até aparecer uma 3ª guerra mundial.
    Oxalá eu esteja enganado.

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  2. Repartição da dívida americana:

    " o Hong Kong: $121.9 billion (0.9 percent)
    o Caribbean banking centers: $148.3 (1 percent)
    o Taiwan: $153.4 billion (1.1 percent)
    o Brazil: $211.4 billion (1.5 percent)
    o Oil exporting countries: $229.8 billion (1.6 percent)
    o Mutual funds: $300.5 billion (2 percent)
    o Commercial banks: $301.8 billion (2.1 percent)
    o State, local and federal retirement funds: $320.9 billion (2.2 percent)
    o Money market mutual funds: $337.7 billion (2.4 percent)
    o United Kingdom: $346.5 billion (2.4 percent)
    o Private pension funds: $504.7 billion (3.5 percent)
    o State and local governments: $506.1 billion (3.5 percent)
    o Japan: $912.4 billion (6.4 percent)
    o U.S. households: $959.4 billion (6.6 percent)
    o China: $1.16 trillion (8 percent) *********************
    o The U.S. Treasury: $1.63 trillion (11.3 percent)
    o Social Security trust fund: $2.67 trillion (19 percent)

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  3. Boas Ramiro,

    Obrigado pelo comentário.
    Falei sobre a maneira dos EUA pagarem a dívida em 2 de Março de 2011 (printing money).
    No final do post está 1 link para a dívida americana (actualizado diariamente).
    Até dá vontade de rir...
    http://oportugalbipolar.blogspot.com/2011/03/perfect-storm-xiprinting-money-american.html

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;)