quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Portugal aceita patentes da TESLA e TOYOTA para produzir veículos de transporte em fibra de carbono. - Senhor dos Anéis Cap. 53



Portugal consome diariamente 300.000 barris de petróleo, são 110 milhões de barris por ano, ou 5.5 mil milhões de €uros.

Perto de 35% é gasto em veículos movidos a combustíveis fósseis, estamos a falar de 2 mil milhões de euros por ano, com o petróleo ao preço actual, aumentando perto de mil milhões /ano, por cada 10 USD de subida do preço de barril de petróleo.

Estamos a falar de 2 mil milhões de €uros gastos em combustíveis com o barril de petróleo a 50 USD, ou de 7 mil milhões de €uros com o petróleo a 100 USD o barril.

São pouco mais de 6 milhões de veículos rodoviários em Portugal, conseguir transformar uma economia movida a combustíveis fósseis, para uma economia verde, poupando dinheiro, esse é o caminho.

Se toda esta frota automóvel for movida a Hidrogénio ou electricidade através das baterias de Litío, são milhões de litros de combustível que deixamos de necessitar, podemos até gastar o mesmo dinheiro, mas fica em Portugal, não sai para pagar petróleo!

6 Milhões de veículos ligeiros, circulando em média 50kms/ dia e gastando 6 litros aos 100kms, são 50 milhões de litros por dia! Em energia fóssil…
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O milionário e excêntrico dono da TESLA resolveu em meados de 2014, oferecer toda a tecnologia patenteada relacionada com veículos eléctricos.
Depois do Google; do Twitter o mundo acordou em Junho de 2014 com a oferta de toda a tecnologia patenteada pela Tesla.
A ideia não é inovadora, mas, como anteriormente foi provado, pode revelar-se extremamente eficaz.
O concorrente directo da Tesla não são os outros fabricantes de automóveis, o concorrente da Tesla é o petróleo, libertando todas as patentes a Tesla, ganha em possíveis inovações e ganha quando outros fabricantes produzem carros eléctricos, podendo dividir o custo da infraestrutura de carregamentos (Normais e Rápidos).

Se a Tesla aposta em bateria de Lítio a Toyota aposta em Hidrogénio.

Se a Tesla libertou todas as suas patentes permitindo o seu uso por particulares e empresas, a Toyota, em Janeiro de 2015 seguiu-lhe o exemplo.

Neste momento, qualquer construtora existente ou a criar, sem custos em I&D tem acesso a patentes para produzir e armazenar energia em baterias de Lítio e a todas as patentes relacionadas com o carregamento dos veículos eléctricos.

Tem igualmente acesso a patentes para armazenar hidrogénio a 700 bar; células de combustível e todas as relacionadas com o carregamento dos veículos movidos a H2.

PortugalBipolar aceita e agradece, serão utilizadas para produzir:

·        - Carros;
·     Autocarros Urbanos;
·         -Autocarros Turismo;
·        Navios Transporte Passageiros;
·        Navios Trasporte Mercadorias;
·        Navios de Pesca;
·        Pequenos barcos pesca costeira e aquacultura.

Custos dos combustíveis por utilizador

Combustíveis fósseis a 6l / 100 kms (Preços médios em Fevereiro de 2014).

·        Gasóleo - 6 Litros x 1.25€ = 7.50€ por 100 Kms.
·        Sem chumbo 95 - 6 Litros x 1.45€ = 8.70€ por 100 Kms.
·        Sem chumbo 98 - 6 Litros x 1.55€ = 9.30€ por 100 Kms.

·        Electricidade – 20 KWh x 0.25€ = 5.00 € por 100 Kms (Electricidade vendida a 250€/MWh).
·        Hidrogénio -  1 kg x 5€ = 5.00€ por 100 Kms (Contas aqui).

Existindo rede de distribuição e armazenamento para combustíveis fósseis, a rede de distribuição de hidrogénio e electricidade está aberto a todos os operadores, com preço de venda livre, respeitando apenas o custo máximo, e esse é 5€/kg para o Hidrogénio e 0.25€/KWh para a energia elétrica vendida para carregamentos de baterias.

Abaixo do preço máximo a venda é livre, podendo no limite, os parques de estacionamento oferecerem o combustível cobrando apenas o estacionamento, o mercado manda, subsídios não há!

Aproveitando a jogada de arcelormittal que esmagou a Europa e a sua indústria do Aço, toda a construção de veículos passa por fibra de carbono e outros materiais compósitos, são mais leves, mais resistentes, permitindo que as novas fábricas apostem em materiais inovadores quebrando a dependência do aço e seus derivados.

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