quinta-feira, 15 de março de 2012

Nacionalizar a Lusoponte, JÁ!


Ontem ao ver um programa na RTP um dos convidados lançou uma ideia que julgo merecer ser difundida por todos os meios.
Qual a razão para o governo nacionalizar os prejuízos (BPN) e não os Lucros (Lusoponte)?

A Lusoponte custou perto de 900 milhões de Euros e foi inaugurada no dia 4 de Abril de 1998.

Ficando o consórcio com as receitas das portagens sobre a Ponte 25 de Abril e sobre a ponte vasco da gama até 2029!

Alteração de circunstâncias
Código civil existe a possibilidade de alterar qualquer contracto desde que exista alteração de circunstâncias.

E quais as circunstâncias que se alteraram?
Bem, Portugal entrou em falência técnica não tendo dinheiro para pagar todos os compromissos que assumiu, Já cortou nos reformados; F. Públicos, aumentou o IVA, cortou nas deduções de IRS e basicamente cobra impostos sobre tudo o que mexe! Mas as receitas estão longe de cobrir todas as despesas!

Tendo em conta estas alterações de circunstâncias o contracto vai ser alterado da seguinte forma:
Como o consórcio recebe em média 80 milhões/ ano desde 1998, nestes 14 anos já recebeu 1.120 Milhões de Euros.

Como todos os investimentos devem ter lucro vamos aplicar um lucro de 8%/ano para o investimento realizado.
Deduzindo as contribuições que recebemos da europa no valor de 300 milhões o investimento do consórcio foi de aproximadamente 600 milhões de euros.

8% de 600 milhões são 48 milhões é esse o lucro que o estado assume como justo!
48 Milhões a multiplicar por 14 anos dá 672 milhões juntando o investimento inicial dá 1.272 Milhões!

Como já receberam 1.120 Milhões o estado concorda em pagar já 152 Milhões para que o lucro sobre o investimento seja de 8% ao ano e assume mais 42 milhões para evitar recorrer a tribunais, desde que o acordo seja aceite imediatamente!
A Partir de 2013 as portagens passam a custar 50 Cêntimos na Ponte 25 de Abril e 1€ na Ponte Vasco da Gama valor que será ajustado em 2014 para que os custos das portagens cubram os custos de manutenção dos equipamentos, não são necessárias novas empresas ou novos administradores para gerir os equipamentos ficando estes a cargo do Ministério das Obras Publicas, Transportes e Comunicações!

Boa Ideia?

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