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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Foco na Gigafactory de baterias! Portugal O Senhor dos Anéis – Cap 62.


O primeiro passo para uma fábrica de baterias é ter Lítio, para utilizar como matéria-prima.

Já o disse anteriormente, mas nunca é demais repetir, o Lítio tem que ser tratado como reserva estratégica nacional, tendo os nossos governantes de impedir a venda do mineral para transformação noutro país.

As Novas reservas descobertas na zona de Viana do Castelo, as reservas já existentes na Guarda ou em qualquer outro lugar, não podem ser vendidas!

Querem produzir, tem de o fazer em Portugal!

Temos matéria prima, falta a sua transformação em Lítio, sendo o segundo passo a construção de uma fundição na Guarda, transformando a matéria prima em Lítio.

Só depois vem a fábrica de baterias, que fica junto à fundição, que fica junto às minas.

Se a fábrica de baterias estiver separada da fábrica de carros eléctricos aumenta a sua versatilidade.

Caro amigo, na visão Portuguesa “da coisa”, a fábrica de baterias não deve estar integrada na fábrica de automóveis.

Temos de explicar isso a Elon Musk, para Portugal é conveniente existir separação de fábricas, não discutindo que a montagem do molde de baterias fique dentro da fábrica de carros, tudo o resto é independente, pode ser?

Mais cedo ou mais tarde a versatilidade de opções disponíveis para uma fábrica de baterias ditarão a sua lei. A separação de ambas acaba por ser uma consequência inevitável.

Uma fábrica de baterias pode produzir anualmente 500.000 baterias de 100 KWh para equipar os carros TESLA (50 GWh).



Mas pode igualmente produzir 1 milhão de Powerwall’s com 15 KWh (15GWh), possibilitando armazenamento de energia suficiente para uma habitação.

Pode produzir baterias para armazenamento em Larga Escala, 10 x 100 MWh; 10 x 500 MWh  2 x 2GWh e 1 x 5 GWh, totalizando 15 GWh.


Chegando a este patamar de produção a fábrica de baterias torna-se incompatível com a fábricas de automóveis eléctricos.

Até porque a fábrica de baterias e a fundição para transformação dos calhaus em Lítio devem ficar na Guarda, junto às minas da Felmica, poupando no mínimo 10% em custos de transporte e a fábrica de carros eléctricos deve ser situada a sul, aproveito para sugerir Évora, com ligação ferroviária a Sines.



Impedindo a saída de minerais do país, apostando numa fundição para transformar o Lítio, a GIGAfábrica de baterias será sempre em território nacional, se é da TESLA ou não, depende da capacidade dos nossos governantes.

Para já nos compromissos para 2017 não temos dinheiro para isto, depois de engolir um prato composto por 8 mil milhões de Euros em Juros da dívida pública; 5 mil milhões de euros para a CGD temperado com 1.75 mil milhões em PPP’s, não sobra nada.

Eles comem tudo, eles comem tudo…

Lítio em Portugal, sim ou não?


A escolha é nossa!


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Lítio, Lítio, Lítio!


No belo ano de 2011, Portugal chegou a uma conclusão surpreendente, o Lítio com reservas superiores a 70 Anos de extracção, traria milhões (expresso).



E assim vivemos no deslumbramento 5 anos, orgulhamo-nos de ser o 5º maior exportador mundial de Lítio, quando na verdade vendemos os calhaus em bruto aos Alemães, que posteriormente o transformam em Lítio, contando como produção Alemã.

Com o Lítio produzido, fazem igualmente baterias que novamente entra como produção Alemã…

Portugal tem mais de 60.000 representantes do povo. Não existe 1 que explique aos nossos “amigos” que para produzir Lítio tem de o fazer em Portugal?

Uma fundição para transformar o Lítio e uma fábrica de baterias, tudo instalado na Guarda, junto à mina, promove o emprego no interior e poupa nos custos de transporte.

Só Assim, Portugal será um país produtivo.

Olhar para o futuro, traçar o rumo, é tão fácil como um; dois; três.

Defender Portugal, passa também por aqui.

melhores cumprimentos,

Jony (-h)




quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O pequeno Anel Electrico nas Ilhas do grupo Central a as ligações ao Corvo e a São Miguel. (PSA Cap. 61)


A Autonomia da Madeira custa caro aos Portugueses continentais, no ano de 2014 foram 223 milhões, baixando em 2015 para 172.9 milhões.

Quem recebe acha que é pouco, quem paga acha que paga muito.

Eu que vivo no continente, na privilegiada região de Lisboa o que mais me custa é aquela sensação que o dinheiro é pago, mas não chega aos Madeirenses e Açorianos.

As Ilhas do grupo Central têm necessidades energéticas entre os 35/45 MWh, respondendo a Ilhas Terceira por ±60% desse valor.

São necessidades de energia eléctrica que quando comparadas com as necessidades do continente se tornam insignificantes, sendo que 1 hora das necessidades energéticas do continente dava para as Ilhas do grupo Central viverem 6.3 dias.

A produção térmica responde por perto de 80% das necessidades, sendo produzidos diariamente em Novembro entre 1.300 MWh, totalizando no mês ±40.000 MWh de produção.
Para produzir 1 MWh de electricidade são necessários 260 litros de fuelóleo e em Novembro chegou um navio proveniente de Sines com 3 milhões de litros, acontece todos os meses dependendo das necessidades, o petróleo chega a Sines é transformado em fuelóleo e segue para a Ilha Terceira para produzir electricidade.

A produção térmica de electricidade liberta gases nocivos para a atmosfera e em Novembro, como em qualquer mês do ano os insulares são brindados com toneladas de dióxido de enxofre (So2); dióxido de Azoto (NoX) e milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2).
Está tudo tão bem organizado e coordenado pois na Terceira aproveitamos para descarregar 1 milhão de litros de gasóleo e 2 milhões de litros de gasolina para que 18 mil veículos possam andar de um lado para o outro no meio do oceano atlântico.

Temos igual procedimento para as restantes ilhas do grupo central, mas o reabastecimento acontece via São Miguel onde mensalmente descarregamos 4 milhões de litros para produzir electricidade a que juntamos 1 milhão de litros de gasóleo e 2 milhões de litros de gasolina para que 18.000 veículos circulem no meio do atlântico e recebemos os combustíveis necessários para as restantes ilhas açorianas que funcionam igualmente a fuelóleo; gasóleo e gasolina.

Hebdomadariamente é referido neste espaço que o cumulo da estupidez é fazer o mesmo erro vezes e vezes sem conta, esperando no fim, obter um resultado diferente.

Gastamos milhões de euros, todos os meses, descarregando fuelóleo; gasóleo e gasolina em todas as nossas ilhas, para que seja possível produzir electricidade e andar de carro no meio do oceano, sem que se vislumbre alguém que acabe com este ciclo onde Galp e EDP reinam e prosperam.
    

Em alternativa é proposto depois do grande anel eléctrico que liga Sines / Madeira / São Miguel / Viana do Castelo / Sines  (4.700 km).

Um cabo de transporte bidireccional de electricidade com 200 MWh de capacidade, ligando São Miguel à Terceira.

O pequeno anel ligando a Ilha terceira às restantes ilhas do grupo central, igualmente com 200 MWh e igualmente bidireccional.

E um segundo braço, ligando o Faial às ilhas Flores e corvo, de transporte bidireccional de electricidade com 20 MWh de capacidade.

 Um circulo; um braço, novo circulo e outro braço, Portugal a abraçar o Oceano Atlântico, é o que eu vejo e vejo assim.





As necessidades anuais do Arquipélago da Madeira e dos Açores ronda os 1.700 GWh, considerando que 75% dessa energia é obtida queimando combustíveis fósseis estamos a falar de 327.789 Tn!

Quanto custa descarregar 330 mil toneladas em 11 ilhas para produzir energia?

Considerando 3.2 habitantes por veiculo automóvel, quanto custa abastecer 11 ilhas com gasóleo e gasolina para que 160.000 Veículos possam circular no meio do oceano?

Ligar todas as ilhas ao continente custa ± 3.3 mil milhões de €uros…



As necessidades médias mensais, para as ilhas do grupo Central e Ocidental são as seguintes(Valores em MWh):







Critérios:

  • 3.2 Habitantes por veiculo (1/3 a Gasóleo e 2/3 a Gasolina)
  • 260 litros de combustível por cada MWh de electricidade.
  • Deslocações - Madeira e São Miguel 100kms/dia; 75kms / dia na Terceira, Pico e São Jorge; 50kms / dia no faial e restantes ilhas 25kms / dia.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O grande anel eléctrico e a autonomia energética da Madeira e dos Açores. (PSA Cap. 60)


A Autonomia da Madeira custa caro aos Portugueses continentais, no ano de 2014 foram 223 milhões, baixando em 2015 para 172.9 milhões.

Quem recebe acha que é pouco, quem paga acha que paga muito.

Eu que vivo no continente, na privilegiada região de Lisboa o que mais me custa é aquela sensação que o dinheiro é pago, mas não chega aos Madeirenses e Açorianos.

A Ilha da madeira tem necessidades energéticas médias de ± 100 MWh, sendo que 1 hora das necessidades energéticas do continente dava para a Madeira viver 2 dias.

A produção térmica responde por perto de 80% das necessidades da ilha, sendo produzidos diariamente em Novembro entre 1.500 MWh a 2.000 MWh, totalizando no mês ±52.000 MWh de produção.

Para produzir 1 MWh do electricidade são necessários 260 litros de fuelóleo e em Novembro chegou um navio proveniente de Sines com 14 milhões de litros, acontece todos os meses dependendo das necessidades, o petróleo chega a Sines é transformado em fuelóleo e segue para a Madeira para produzir electricidade.

A produção térmica de electricidade liberta gases nocivos para a atmosfera e em Novembro os madeirenses foram brindados com 2 toneladas de dióxido de enxofre (So2); 440 toneladas de dióxido de Azoto (NoX) e 9.3 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2).

Está tudo tão bem organizado e coordenado que aproveitamos para descarregar 6 milhões de litros de gasóleo e 12 milhões de litros de gasolina para que 82 mil veículos possam andar de um lado para o outro no meio do oceano atlântico.

Temos igual procedimento na ilha Terceira, onde para produzir mensalmente 15.300 MWh descarregamos 4 milhões de litros para produzir electricidade a que juntamos 1 milhão de litros de gasóleo e 2 milhões de litros de gasolina para que 18.000 veículos circulem no meio do atlântico.

Na ilha de São Miguel recebemos os combustíveis necessários para as restantes ilhas açorianas que funcionam igualmente a fuelóleo; gasóleo e gasolina.

Hebdomadariamente é referido neste espaço que o cumulo da estupidez é fazer o mesmo erro vezes e vezes sem conta, esperando no fim, obter um resultado diferente.

Gastamos milhões de euros, todos os meses, descarregando fuelóleo; gasóleo e gasolina em todas as nossas ilhas, para que seja possível produzir electricidade e andar de carro no meio do oceano, sem que se vislumbre alguém que acabe com este ciclo onde Galp e EDP reinam e prosperam.



Em alternativa é aqui proposto o grande anel eléctrico, um cabo de transporte bidirecional de electricidade com 500MWh de capacidade, ligando Sines á Madeira, passando por Porto Santo.

O grande anel segue posteriormente para São Miguel, passando por Santa Maria, onde vira em direcção ao continente, chegando a Viana do Castelo, finalizando novamente em Sines para fechar o ciclo.

Na ilha de são Miguel sofre uma bifurcação, seguindo igualmente para a Ilha Terceira.

O grande anel tem 4.700km de extensão e um custo de 3 mil milhões de Euros permitindo que as Ilhas da Madeira; Porto Santo; Santa Maria e São Miguel fiquem directamente ligadas ao continente permitindo fechar todas as centrais térmicas existentes nas ilhas, representando as suas necessidades energéticas 3% da produção continental.

As necessidades anuais do Arquipélago da Madeira e dos Açores ronda os 1.700GWh, considerando que 75% dessa elergia é obtida queimando combustíveis fósseis estamos a falar de 327.789 Tn!




Quanto custa descarregar 330 mil toneladas em 11 ilhas para produzir energia?

Considerando 3.2 habitantes por veiculo automóvel, quanto custa abastecer 11 ilhas com gasóleo e gasolina para que 160.000 Veículos possam circular no meio do oceano?


Ligar todas as ilhas ao continente custa ± 3.3 mil milhões de €uros…


As necessidades médias mensais, são as seguintes (Valores em MWh):





Critérios:

  • 3.2 Habitantes por veiculo (1/3 a Gasóleo e 2/3 a Gasolina)
  • 260 litros de combustível por cada MWh de electricidade.



  • Deslocações - Madeira e São Miguel 100kms/dia; 75kms / dia na Terceira, Pico e São Jorge; 50kms / dia no faial e restantes ilhas 25kms / dia.

domingo, 6 de setembro de 2015

Ligação Eléctrica Sines / Funchal / Tenerife / Cabo Verde - Portugal o Senhor dos Anéis. - Cap. 59

A Península Ibérica é uma ilha, quando falamos de energia, funciona desligada do resto da Europa.

Existe actualmente a esperança de Espanha ter ligações com França capazes de suportar 8% das necessidades, falamos de 2.400MWh ou 2,4GWh, ridículo, para não dizer outra coisa.

Depois temos as Ilhas, tanto Portugal como Espanha funcionam mal, cada ilha, cada sistema autónomo de produção de energia.

Perto de 85% das necessidades energéticas das ilhas são produzidos recorrendo a fuelóleo, que por cada MWh de energia produzida, liberta para a atmosfera toneladas de CO2; SO2 e NOx.

A solução está no mar, como estava no Sec. XV, ligando as ilhas à península através de cabos submarinos, fabricados na nova fábrica da Prysmian; ABB ou Nexans.

O preço “chave na mão” anda nos 1.300€/km/MWh, sendo estimado para a 1ª ligação uma capacidade de 2.000MWh ou 2 GWh.

1ª Ligação – Sines / P. Santo_Funchal
2ª Ligação – Funchal / Tenerife
3ª Ligação – Tenerife / Cabo Verde (Boa Vista)

Actualmente as ilhas da península são abastecidas 16 vezes por ano, com fuelóleo e outros combustíveis permitindo que produzam electricidade e possam ter mobilidade, proporcionada por carros movidos a combustíveis fósseis.

Pagamos milhões de €uros em custos de insularidade mas o dinheiro nunca chega à população.

É utilizado para pagar a grandes companhias petrolíferas para que 3% a 5% da nossa população possa ter electricidade e mobilidade no meio do oceano, pelo caminho libertam para a atmosfera toneladas de Dióxido de Carbono; Dióxido de Enxofre entre outros. 

Acrescentando ás toneladas de gases nocivos libertados para a atmosfera, os custos associados são superiores a 200€/MWh de energia fornecida.

O custo são 8 mil milhões de Euros, a que teremos de acrescentar as ligações entre ilhas (Canárias e Cabo Verde), considerando que a divida de Portugal são 230 mil milhões de Euros, acrescentando o custo de comprar o petróleo; transforma-lo e transportar para as ilhas, esta empreitada arriscasse a poupar dinheiro aos países Ibéricos...


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Consorcio “Carris / Toyota / Tesla/Almadesign” – Posto de Combustíveis (Baterias e Hidrogénio); Estacionamento e Stand de Vendas – Senhor dos Anéis – Cap 58.

A Carris com os seus 635 Autocarros gasta anualmente 18 milhões de litros de combustível, derivados de petróleo que não produzimos, gerando igualmente poluição com custos ainda por estimar.

Anualmente a carris para executar a sua missão de transportar pessoas na cidade de Lisboa, liberta para a atmosfera qualquer coisa como:
  •   Monóxido de Carbono (CO) – 550 Toneladas;
  • Óxidos de Nitrogénio (NO) – 400 Toneladas;
  •  Óxidos de Enxofre (SO2) – 15 Toneladas;
  • Hidrocarbonetos não queimados (HC) – 90 Toneladas;
  • Partículas – 25 Toneladas;
  •  Dióxido de Carbono (CO2) – 30.000 Toneladas;

Uma das principais dificuldades na venda e circulação dos veículos a hidrogénio é a inexistência de estações de abastecimento. Se não existirem não se vendem veículos, e se não existirem veículos ninguém quer investir na instalação das estações. Este constitui o dilema que deve ser resolvido pelo novo Consorcio.









A Almadesign vai liderar o consórcio para projetar 3 novas estações para a Carris, que serão simultaneamente, postos de Abastecimento e STAD de vendas para a Tesla e a Toyota.
A Toyota lançou o Mirai que com 5kg de Hidrogénio a 700bar consegue autonomias de 500kms.

A Tesla com o seu último modelo com 85 KWh de energia carregadas nas suas baterias de Lítio consegue uma autonomia superior a 400 kms.

Se a Carris vai utilizar ambos os sistemas nos seus novos Bus Híbrido (Lítio + Hidrogénio), com necessidades médias diárias de 1.000 MWh de energia eléctrica e 60 Toneladas de Hidrogénio, os 3 novos Postos de Combustível / Stand de Vendas, terão capacidade de armazenamento de 200 MWh de energia, recebidos todas as noites onde o preço chega valores inferiores a 10€/ e 300 a 400 Toneladas de Hidrogénio reabastecido 2 a 3 vezes por mês.

Não existe melhor localização em Lisboa para um Stand da Tesla que Junto a um posto de carregamento de Baterias, que é igualmente parque de estacionamento Ligeiros.

Não existe melhor localização em Lisboa para um Stand da Toyota que Justo a 1 posto de Combustível de Hidrogénio, que é igualmente parque de estacionamento Ligeiros.

Parque de Estacionamento

·        Todos os utentes do parque de estacionamento que utilizem a Carris para Transporte terão descontos estacionamento gratuito.

·        Todos os utentes do parque de estacionamento que utilizem a Carros movidos a electricidade terão descontos no estacionamento ou energia gratuita.

·        Todos os utentes do parque de estacionamento que utilizem a Carros movidos a Hidrogénio terão descontos no estacionamento ou energia gratuita.

São decisões do Consorcio, sabendo que quanto mais barato para o utilizador for estacionar e carregar o seu automóvel com Electricidade ou Hidrogénio, maior será a aquisição de veículos green e maior o interesse em utilizar os transportes Públicos.


Aproveitando os actuais parques de estacionamento da Carris situados em Mira-flores; Pontinha e Alta de Lisboa Serão todos remodelados e transformados em postos de Armazenamento de Energia e Hidrogénio, servindo como postos de combustível Green para fornecer a quem necessitar.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Almadesign / Salvador Caetano - Novo BUS movido a Lítio e Hidrogénio – Senhor dos Anéis – Cap 57.


Aproveitando a nova fábrica de baterias instalada na Guarda e as patentes de hidrogénio disponibilizadas pela Toyota a Salvador Caetano cria um novo BUS movido a Hidrogénio e Baterias de Lítio.

O Novo EH2Bus, permite que o veículo não esteja dependente de 1 única fonte de energia, continuando a utilizar as baterias que ocupam o chassi, os depósitos de hidrogénio passam para o tejadilho, ficando o EH2Bus com as dimensões de 12.10m x 2.55m x 3.45m sem AVAC ou 3.95 com Avac.





A grande vantagem de juntar Lítio e Hidrogénio no mesmo veículo é a autonomia, se em hora de ponta o consumo de Baterias ronda os 200KW, permitindo uma autonomia de 2.15 horas, adicionando o Hidrogénio à equação são mais 123.46 kg de hidrogénio, distribuídos por 10 botijas com 10.00m x 0.20m de diâmetro, permitindo uma autonomia superior a 10 Horas.

Em horas de melhor circulação o consumo diminui para 150KW por hora nas baterias e 8 kg no Hidrogénio, permitindo que a autonomia aumente entre 20% a 30%.

O grande limitador da mobilidade verde tem sido a autonomia, tanto o Hidrogénio como o Lítio necessitam de motores elétricos, usando o mesmo motor para 2 tipos de combustível conseguimos autonomias superiores a 12 Horas!!!

Habituada a lidar com diversidade e multidisciplinaridade a Almadesign é novamente chamada a projectar os novos EH2Bus da Salvador Caetano.


 - Novo display para o motorista com todas as rotas de BUS da cidade, permitindo que por motivos de férias, faltas ou outros os motoristas possam ser facilmente trocados utilizando o NDrive como Georreferência para apoio à condução respeitando a rota, que no caso de lisboa são 78…

- Day Drive / Night Drive – Modo pré-selecionado de consumo de combustível, de dia gastando baterias até 80% passando depois a consumir Hidrogénio e de Noite gastando baterias até 60% e depois Hidrogénio.

- Display de Informação aos passageiros sobre o tipo de energia utilizada no momento (Lítio ou H2) e consumo por hora, sempre que não se acelera o simples movimento das rodas carrega as baterias, alternando o display de Power By (Lítio ou H2) para Charging e respectiva capacidade percentual das baterias.

- Carroçaria em Fibra de Carbono – É mais leve e resistente que o alumínio, na realidade, o termo "fibra de carbono" se refere à uma gama variada de materiais sintéticos que, combinados entre si, permitem a criação de um material composto - o "composite" - com características tão variáveis que pode ser moldado à perfeição, de acordo com o uso a que se destina. A grande vantagem dos composites é justamente a sua diversificação, pois permite o desenvolvimento de combinações específicas para cada parte de um Autocarro. Pode ser rígido, maleável, resistente à torção lateral, longitudinal ou radial, enfim, quem define é o projectista. A simples mudança de orientação das suas fibras no processo de moldagem já modifica suas características.

- Novas estações da Carris e STCP – A Carris tem mais de 600 Bus tendo a STCP um pouco menos, Ao prescindir de combustíveis fósseis para as suas frotas, as necessidades de energia por Bus passam para 1/1.5 MWh por dia de electricidade e ± 120 kg de hidrogénio, sendo necessária uma remodelação profunda a todas as estações, permitindo igualmente em todas elas criar uma Bomba de Combustíveis Green de venda au público, permitindo que particulares e outras empresas possam igualmente reabastecer o seu automóvel com Electricidade, com hidrogénio ou com ambos.


Custo

EH2 City Bus – 380.000€ + IVA

EH2 Road Bus – 480.000 + IVA

IVA pára veiculos 100% Green passa para 6%.



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Lítio na Reindustrialização de Portugal – Senhor dos Anéis – Cap.56


Portugal não é produtivo e não tem industria mas sendo pouco produtivo é o 5º produtor mundial de Lítio e o maior produtor da EUROPA.

Nos últimos 5 anos, muito se falou das nossas reservas de Lítio, neste momento exportamos os calhaus, que são transformados na Alemanha, vendidos acrescentando mais-valias.

Não sendo isso suficiente, aproveitam o Lítio transformado como matéria-prima, produzindo baterias, que depois exportam com valor acrescentado, para todo o mundo.

Portugal não tem 3 mil milhões de €uros para Junto às minas da Felmica na Guarda, construir uma fundição (mil milhões de €uros) e uma fábrica de baterias com capacidade de produção de 2 GWh por ano (2 mil milhões de €uros), mas teve 8.5 mil milhões de €uros para pagar de juros, sobre uma divida que continua a crescer.

Assim não dá, não vamos a lado nenhum, o caminho passa por definir o Lítio como reserva estratégica nacional, construir uma fundição e uma fábrica de baterias.


Um verdadeiro 1º Ministro informa a Alemanha para continuar a produzir Lítio e Baterias vai construir a fundição e a fábrica de baterias em Portugal, caso contrário, virão outros produzir, mas a matéria-prima deixa de ser exportada, para depois aparecer como Produção Alemã.

Tem interesse no Lítio? Vem produzi-lo em Portugal!

Basta trazer o Know-how, oferecemos Terrenos, junto à Mina, poupando no transporte e 3 mil milhões de €uros.

Os terrenos são para oferecer às empresas que se instalarem, os 3 mil milhões, são para PAGAR com os Lucros da actividade exercida, no fundo é pagar com o pelo do próprio cão, mas passa a ser produção nacional.

Não pagam juros, devolvem o dinheiro com os lucros e entram no Senhor dos Anéis, pagando 10% S. Social sobre a mão-de-obra e 10% de IRC sobre os lucros obtidos, melhor que isto só na china!

A Fundição necessita de quantidades enormes de energia, mas a REN chega com a rede de Gás á Guarda, com capacidade de entrega de 7.000m³ / Hora.







O preço será negociado no mercado ibérico liberalizado, podendo o gás ser adquirido em Espanha e entrar por Portugal em Campo Maior (134 GWh por dia) ou ser adquirido em Portugal, mas será sempre a preços de mercado.

O Lítio, além de ser matéria-prima no fabrico de baterias, pode ser usado nas seguintes aplicações:

 - Cerâmicas e vidrarias;
 - Graxas e lubrificantes;
 - Indústria Eléctrica e Electrónica;
 - Indústria Nuclear;
 - Indústria militar;
 - Indústria Medicamentos;
 - Indústria Metalúrgica;
 - Indústria Óptica;
 - Purificação do ar.

A produtividade de um país passa pelos seus representantes saberem defender os interesses do seu país e dos seus cidadãos, mas isso é coisa que por cá, ainda não temos.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

CRE - Consumidores em Regime Especial – Portugal o Senhor dos Anéis – Cap. 54


Um Consumidores em Regime Especial (CRE) é uma entidade que só consome energia da Rede Eléctrica Nacional das 22.00 Horas às 08.00 Horas do dia seguinte, podendo ser individual ou colectiva, não necessita de ser produtor de energia, mas toda a energia que necessita será recebida em horas de vazio.

Todos os (CRE’s) podem vender energia, independentemente de a produzirem ou não, mas não podem utilizar energia da REN das 08.00 Horas da manhã às 22.00 Horas da noite, hora de maior congestionamento da rede.



Mobilidade verde, gerando igualdade de oportunidades, poupando dinheiro.

Não caindo novamente no erro de oferecer rios de dinheiro tentando modelar a vontade do mercado, Portugal opta por dar as mesmas armas a grandes e pequenos consumidores, deixando o mercado da energia funcionar.

A energia e os transportes públicos funcionam da mesma maneira, existem as horas de ponta, as horas de grande utilização e as horas de pouca utilização.

Qualquer produtor de energia paga à REN uma taxa pelo transporte de energia até ao consumidor final, o mesmo conceito se aplica aos novos CRE’s, pagam os mesmos custos de transporte, pagando a energia a preço de mercado.

A nova legislação apenas permitirá a qualquer consumidor de energia (Particulares ou Empresas) possa consumir e/ou armazenar energia a preços de mercado nas horas de vazio, onde existe diariamente energia produzida e desaproveitada em horas de pouco tráfego na Rede Eléctrica.


Basta mudar o chip, particulares ou empresas que consigam consumir ou aproveitar energia em horas mortas, devem paga-la a preços de mercado, mais transporte.



A filosofia passa por dar armas aos mais fracos, sem gastar dinheiro, para que possam no mercado liberalizado, lutar com bons argumentos, sem estarem subjugados por qualquer grande produtor de energia.

Primeiros aderentes:

- Carris;

- STCP;

- Rede Nacional de Expressos;

- CTT;

- Empresas de transporte de Mercadorias / Estafetas;

-TAP;

-Clubes de Futebol;

- Campos de Golf;

- Táxis;


- Hotéis;

- Algumas PME’s e Particulares.

Todos os Lucros obtidos com a venda de energia por entidades consideradas (CRE) são tributados à taxa de 10% (IRS ou IRC).

Qualquer empresa que abdique do uso de combustíveis fósseis para a sua atividade, entra automaticamente no programa o Senhor dos Anéis pagando 10% de Social sobre a mão-de-obra e 10% IRC sobre os lucros obtidos, incluindo 3% para os trabalhadores em ano de ZERO dias de greve. 

PPLE – Pequeno Produtor Liquido de Energia – Portugal, O Senhor dos Anéis – Cap 55.


Um Pequeno Produtor Liquido de Energia (PPLE) é um contribuinte que produz mais energia do que consome, podendo ser contribuinte individual ou colectivo a sua produção é inferior a 25 MWh por dia ou 9.000 MWh por ano.

Esta entidade individual ou colectiva não necessita da REN - Rede Eléctrica Nacional, ficando liberta do pagamento de todas as taxas existentes, que recaem sobre a factura eléctrica.

Ao ficar liberta do pagamento de taxas fica igualmente impedida de receber energia da REN das 8.00 Horas às 22.00 Horas, estas horas são consideradas cheias ou horas de ponta, para a Rede em horas cheias é menos 1 contribuinte a servir.


Nas restantes 10 horas consideradas de vazio, qualquer (PPLE) pode receber energia disponível, a preços de mercado, pagando a energia recebida acrescida do custo de transporte igual a qualquer produtor de energia, tendo como valor MÁXIMO a pagar pelo transporte de energia 15€/MWh.

Todos os contribuintes que adquiram 1 contador de nova geração podem ter mais que 1 fornecedor de energia, aumentando a concorrência, diminui o preço a pagar pelo consumidor, dando mercado aos pequenos (PPLE), concorrendo assim com os grandes produtores, tudo funciona a valores de mercado, sem subsídios.

Qualquer (PPLE) pode vender a energia a terceiros e cobrar a energia fornecida desde que mantenha a regra de não receber energia da REN das 8.00 Horas às 20.00 e tenha como capacidade mínima de armazenamento de energia o dobro das necessidades médias diárias.

Libertar a rede eléctrica para esta ser utilizada por quem dela realmente necessita é a regra de ouro para aprovar uma entidade como (PPLE), sendo os clientes a servir, SEMPRE clientes de proximidade, servidos com melhor preço, com ligações directas ao produtor, libertando a Rede, aumentando igualmente a competitividade da economia, oferecendo o mesmo serviço a um preço inferior.

Sem atribuir Subsídios, sem criar dependência, por cada (PPLE) é menos 1 contribuinte a necessitar da REN em Horas de Ponta, mais um contribuinte a fornecer serviços de energia a preços de mercado e mais um contribuinte a absorver energia da REN em horas de fraco tráfego energético e de produção superior às reais necessidades do País!



Primeiros aderentes:

- Condomínios;

- PME’s;

- Contribuintes individuais;

- Parques de Estacionamento;

Todos os Lucros obtidos com a venda de energia por entidades consideradas (PPLE) são tributados à taxa de 10% (IRS ou IRC)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Portugal aceita patentes da TESLA e TOYOTA para produzir veículos de transporte em fibra de carbono. - Senhor dos Anéis Cap. 53



Portugal consome diariamente 300.000 barris de petróleo, são 110 milhões de barris por ano, ou 5.5 mil milhões de €uros.

Perto de 35% é gasto em veículos movidos a combustíveis fósseis, estamos a falar de 2 mil milhões de euros por ano, com o petróleo ao preço actual, aumentando perto de mil milhões /ano, por cada 10 USD de subida do preço de barril de petróleo.

Estamos a falar de 2 mil milhões de €uros gastos em combustíveis com o barril de petróleo a 50 USD, ou de 7 mil milhões de €uros com o petróleo a 100 USD o barril.

São pouco mais de 6 milhões de veículos rodoviários em Portugal, conseguir transformar uma economia movida a combustíveis fósseis, para uma economia verde, poupando dinheiro, esse é o caminho.

Se toda esta frota automóvel for movida a Hidrogénio ou electricidade através das baterias de Litío, são milhões de litros de combustível que deixamos de necessitar, podemos até gastar o mesmo dinheiro, mas fica em Portugal, não sai para pagar petróleo!

6 Milhões de veículos ligeiros, circulando em média 50kms/ dia e gastando 6 litros aos 100kms, são 50 milhões de litros por dia! Em energia fóssil…
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O milionário e excêntrico dono da TESLA resolveu em meados de 2014, oferecer toda a tecnologia patenteada relacionada com veículos eléctricos.
Depois do Google; do Twitter o mundo acordou em Junho de 2014 com a oferta de toda a tecnologia patenteada pela Tesla.
A ideia não é inovadora, mas, como anteriormente foi provado, pode revelar-se extremamente eficaz.
O concorrente directo da Tesla não são os outros fabricantes de automóveis, o concorrente da Tesla é o petróleo, libertando todas as patentes a Tesla, ganha em possíveis inovações e ganha quando outros fabricantes produzem carros eléctricos, podendo dividir o custo da infraestrutura de carregamentos (Normais e Rápidos).

Se a Tesla aposta em bateria de Lítio a Toyota aposta em Hidrogénio.

Se a Tesla libertou todas as suas patentes permitindo o seu uso por particulares e empresas, a Toyota, em Janeiro de 2015 seguiu-lhe o exemplo.

Neste momento, qualquer construtora existente ou a criar, sem custos em I&D tem acesso a patentes para produzir e armazenar energia em baterias de Lítio e a todas as patentes relacionadas com o carregamento dos veículos eléctricos.

Tem igualmente acesso a patentes para armazenar hidrogénio a 700 bar; células de combustível e todas as relacionadas com o carregamento dos veículos movidos a H2.

PortugalBipolar aceita e agradece, serão utilizadas para produzir:

·        - Carros;
·     Autocarros Urbanos;
·         -Autocarros Turismo;
·        Navios Transporte Passageiros;
·        Navios Trasporte Mercadorias;
·        Navios de Pesca;
·        Pequenos barcos pesca costeira e aquacultura.

Custos dos combustíveis por utilizador

Combustíveis fósseis a 6l / 100 kms (Preços médios em Fevereiro de 2014).

·        Gasóleo - 6 Litros x 1.25€ = 7.50€ por 100 Kms.
·        Sem chumbo 95 - 6 Litros x 1.45€ = 8.70€ por 100 Kms.
·        Sem chumbo 98 - 6 Litros x 1.55€ = 9.30€ por 100 Kms.

·        Electricidade – 20 KWh x 0.25€ = 5.00 € por 100 Kms (Electricidade vendida a 250€/MWh).
·        Hidrogénio -  1 kg x 5€ = 5.00€ por 100 Kms (Contas aqui).

Existindo rede de distribuição e armazenamento para combustíveis fósseis, a rede de distribuição de hidrogénio e electricidade está aberto a todos os operadores, com preço de venda livre, respeitando apenas o custo máximo, e esse é 5€/kg para o Hidrogénio e 0.25€/KWh para a energia elétrica vendida para carregamentos de baterias.

Abaixo do preço máximo a venda é livre, podendo no limite, os parques de estacionamento oferecerem o combustível cobrando apenas o estacionamento, o mercado manda, subsídios não há!

Aproveitando a jogada de arcelormittal que esmagou a Europa e a sua indústria do Aço, toda a construção de veículos passa por fibra de carbono e outros materiais compósitos, são mais leves, mais resistentes, permitindo que as novas fábricas apostem em materiais inovadores quebrando a dependência do aço e seus derivados.