A
agricultura em Portugal tem exatamente os mesmos problemas que os municípios Portugueses.
Portugal
importa tudo o que consome, não é autossuficiente em nada.
Os poucos
produtos onde estamos quase a atingir uma produção igual ao consumo são O
Azeite, Vinho, Leite e tomates, mais nada, NADA!
Mas
institutos e afins temos para dar e vender…
Olhando mais
atentamente para a D.G.A.D.R. reparo que é aqui que encontro as classes de
capacidade de uso dos solos.
É igualmente
aqui que encontro a Carta de aptidão da terra para uso agrícola e a Carta de
aptidão da terra para uso florestal.
Finalmente
tudo faz sentido, os impostos são pagos por todos mas o trabalhinho já foi
feito.
Tenho de
pagar novamente?
É demais!
Para
analisar as cartas a Carta de aptidão da terra para uso agrícola e a Carta de
aptidão da terra para uso florestal junto á barragem do Monte da Rocha tenho de
pagar tipo 1.000€.
O trabalho
está feito, foi feito por F. Públicos que receberam dinheiro pelo trabalho
realizado (dinheiro que foi cobrado a todos os Portugueses através dos
impostos).
Então e
agora tenho de pagar novamente? E ainda tenho de assinar um termo de
responsabilidade?
Porquê?
Qual a razão
para o trabalho não estar publicado online em suporte informático?
Se o
trabalho está feito, se pode ser útil a Portugal, deve ser público!
Existe o
medo dos espanhóis pegarem nos nossos mapas agrícolas e invadirem Portugal?
Se for para
plantar terrenos vamos a isso!
Só para o
conselho de Ourique necessito das cartas nºs. (537; 539; 546; 547; 554; 555; 562;
563; 570 e 571).
Está tudo
bem organizado para explicar ao mentecapto Presidente da C.M. de Ouriqueque investimentos de 230 milhões de €uros em hotéis e campos de golfe não fazem
sentido nenhum e que poderemos com esse dinheiro desenvolver a agricultura do
conselho, necessito de comprar 10 cartas de aptidão da terra para uso
agrícola e 10 Cartas de aptidão da terra para uso florestal.
Ridículo!
Não falando
ainda dos representantes dos agricultores, são associações; confederações entre
outras formas de associativismo com as respetivas benesses fiscais.
Temos o
Ministério da Agricultura, com toda a sua estrutura de apoio aos agricultores,
com institutos e direções Gerais, o mais engraçado é que sempre que oiço falar
em Direção Geral, lembro-me sempre que por cada Direção Geral existem muitas Direções
Sectoriais/Regionais, tudo com os respetivos presidentes e afins, a bandalheira é total, igualzinho
ao nosso ordenamento territorial.
Portugal
está na merda e não faltam representantes do povo!
A
Agricultura anda pelas ruas da amargura e não faltam representantes dos
agricultores.
No nosso
Ministério da Agricultura, o ministério do Mar (pescas) da Terra (agricultura)
e do ar (ambiente) temos como estrutura de apoio diversos organismos que passo
a citar…
1. A.P.I.F. – Agencia de prevenção de incêndios
florestais.
2. A.P.A. – Agencia Portuguesa do
Ambiente, IP.
3. D.G.A.D.R. – Direção Geral da
Agricultura e do Desenvolvimento Rural.
4. D.G.A.V. – Direção Geral de
Alimentação e Veterinária.
5. D.G.R.M. – Direção Geral de Recursos
Naturais, Segurança e Serviços Marítimos.
6. D.G.A.P. – Direção Geral de Agricultura e Pescas,
coordenando as seguintes direções…
·
DRAP_Lisboa
e vale do Tejo.
·
DRAP_Algarve.
·
DRAP_Centro.
·
DRAP_Norte.
·
DRAP_Alentejo.
7. G.P.P – Gabinete de Planeamento e Politicas.
8. I.G.A.P. – Inspeção Geral de
Agricultura e Pescas.
9. I.C.N.F. – Instituto de Conservação
da Natureza e das Florestas, IP.
10. I.F.A.P. - Instituto de Financiamento
da Agricultura e Pescas.
11. I.P.I.M.A.R. – Instituto de
Investigação das Pescas e do Mar
12. I.N.R.B. – Instituto Nacional de
Recursos Biológicos.
13. I.V.D.P. – Instituto dos Vinhos do
Douro e Porto.
14. I.V.V. – Instituto da Vinha e do
Vinho
15. L.N.I.V. – Laboratório Nacional
Investigação Veterinária.
16. D.G.R.F. – Direção Geral de Recursos
Florestais
17. S.N.C. – Serviço Nacional Coudélico
É uma vergonha…