quinta-feira, 24 de março de 2011

12,60€ por cada VOTO, com o meu não contam!

Segundo informação recolhida, nas últimas legislativas cada partido politico recebeu 3.15€/ano por cada voto.

Se o governo cumprir a legislatura de 4 anos cada voto vale 12.60€
NEM PENSAR!
Todos os partidos políticos estão preocupados com as suas clientelas deixando Portugal para 2º Plano.
As saudades que eu já tenho do famoso PEC IV são enormes…

O nosso coelhinho julgava que era só derrubar o governo que tem governado mal (concordo) e até ficaria bem na fotografia.
Pois, mas não ficou, não ficou ele nem nenhum dos partidos.

O meu voto está decidido desde 2010 e vai para o FMI!
Acrescentarei mais uma linha ao boletim de voto e escreverei 3 letrinhas (FMI) com 1 x de seguida, será nulo, mas tem duas vantagens.

1. O meu voto não vai dar dinheiro a nenhum partido
2. Farei parte de quem expressa a sua opinião sobre quem poderá governar melhor Portugal!

São estes os políticos que temos mas com o meu voto não contam eles, sempre são menos 12.60€ que o estado gasta com quem se está a CAGAR para Portugal.
A última vez que Portugal foi bem governado e deu lucro foi em 1973, eu tinha 3 anos.


Não foi nos últimos 15 anos como diz o PSD, foi nos últimos 37 anos que fomos mal governados!
E quem governou nos últimos 37 anos?

PSD, CDS e PS…

Então e vou votar nos mesmos?
Então e vou dar mais 12.60€ a 1 destes partidos?

Ou vou votar no PCP que sempre esteve contra tudo e contra todos, incluindo contra a integração europeia?

Ou vou votar no BE? Demagogos a 110%?

Nem pensar, eu voto FMI!
Da ultima vez que nos governaram as contas publicas ficaram mais equilibradas e a despesa foi reduzida!
Se não nos sabemos governar, e isto infelizmente é a verdade dos últimos 37 anos, que venha alguém sabe e com provas dadas!

FMI…FMI…FMI…

PIOR DO QUE ESTÁ NÃO FICA!

Só para quem tem conta no Facebook

15 comentários:

  1. Pois vote no FMI e pode ser que depois chore...como estão a chorar os irlandeses e os gregos, para não falar da vergonhosa exploração que foi feita na América Latina!

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  2. Meu caro Anónimo,
    Não é com prazer que reafirmo o meu voto no FMI…
    Quem acredita que o PS está a governar bem, que vote PS
    Quem acredita que o PSD vai fazer muito melhor que vote PSD
    Eu limito-me a analisar os últimos 37 anos de má governação.
    Demos lucro em 1973…depois disso fomos sempre mal governados e não o digo com satisfação.
    Estamos num país livre e eu voto em quem ainda acredito não vendo alternativa voto FMI!

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    1. Eu, aqui presente, não voto em nenhum deles, tão pouco no FMI, mas concordo consigo, estou mais virado para votar nulo, como fiz nas últimas legislativas!!!

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    2. Se todos os que ficam normalmente em casa forem votar nulo julgo que Portugal muda...
      De um dia para o outro!

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  3. EVOLUÇÕES DESDE 2004

    - ORDENADO MINIMO: €365 -> €485
    - POPULAÇÃO COM SECUNDARIO COMPLETO: 1,1 milhões -> 1,4 milhões
    - LISTA DE ESPERA PARA OPERAÇÕES: 8,6 meses -> 3,3 meses
    - PIB: 149 MMEuros -> 172 MMEuros 2008 (a crescer antes da crise)
    - EXPORTAÇÕES: 45 MMEuros -> 52 MMEuros (foram 55 em 2008)
    - CONSULTAS/ANO NOS HOSPITAIS: 8,4 milhões -> 10,7 milhões
    - SALARIO MEDIO MENSAL: €738,8 -> €867,5
    - ALUNOS NO SECUNDÁRIO PROFISSIONAL: 2.842 -> 54.542

    - AVALIAÇÃO DE PROFESSORES
    - NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS FUNCIONARIOS PUBLICOS
    - REDUÇÃO DO NUMERO EFECTIVO DE FUNCIONARIOS PUBLICOS PARA 520mil (já foram 690 mil)
    - AULAS DE SUBSTITUIÇÃO
    - ENSINO PRIMARIO TODO O DIA (com ingles e educação fisica)
    - COMPUTADORES NAS ESCOLAS COM INTERNET PARA TODOS OS ALUNOS
    - CONCENTRAÇÃO DOS SISTEMAS DE SAÚDE NO SNS (à excepção da ADSE)
    Etc, etc, etc

    Tudo isto APESAR de tudo o que tivemos de sofrer por causa da MAIOR CRISE FINANCEIRA E ECONOMICA desde 1929.

    O Estado do país não se lê só nas PARANGONAS dos jornais nem nos notíciários diários. Ve-se também nos numeros.

    Sugiro 3 fontes de informação:
    - pordata.pt
    - documentario INSIDE JOB
    - carta da Irlanda a Portugal ("Se pensam que o FMI vos vai ajudar, pensem de novo)

    Existem mtos maus exemplos, mas não tomemos a árvore pela floresta... nem nos deixemos levar pelo discurso meramente político, porque é hipócrita por defeito.

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  4. Caro anónimo,

    Obrigado pelo teu comentário, aqui neste espaço todos os comentários são úteis (concorde ou não com os mesmos)
    Eu penso pela minha cabeça e se continuares a ter paciência para ler o que escrevo chegarás certamente a essa conclusão...
    Quanto ás 3 fontes de informação que sugeres.
    1.Pordata.pt (consulto regularmente, faço referencia a este site regularmente e deu origem ao meu 3º Post em 3 de Março de 2010).
    2.Inside Job (Conheço nada tem a ver com o meu post)
    3.Carta da Irlanda a Portugal (copiada para o meu blog com a TAG Importado em 30 de Março de 2011)
    4.Também costumo informar que detesto ter razão pois sempre que isso acontece eu e milhões de Portugueses ficam pior do que estão…se tiveres paciência e vontade lê o que escrevi no dia 23 de Novembro de 2010 é o meu 9º Post mais lido tem o titulo “Two down, three to go!” falo sobre o final de Março de 2011 aguardo o teu comentário sobre os meus enganos descritos nesse post…

    1Abraço
    João Filipe Silva

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  5. O que faltou dizer, sobre o terceiro comentário, é que a maior parte dos avanços descritos (saúde, educação, etc.) foram conseguidos à custa de dinheiro emprestado, o mesmo dinheiro que agora não conseguimos pagar de volta.

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  6. Considerando todos os impostos que pagamos, TODOS!
    Para salários e prestações sociais vão 87% dos nossos impostos.

    Nas prestações sociais estão incluídos:

    1. Reformas
    2. RS Inserção
    3. Fundo de desemprego
    4. Abono de família

    Se juntarmos aos 87% mais 5% que pagamos de juros (Juros médios sobre a totalidade da dívida) chegamos a 92%

    Não falei de saúde; Educação; Justiça; Investimentos indispensáveis, etc…etc…etc…
    Tenho de concordar, com o comentário de R+
    Em quem vota o Zé-povinho? No que não dá nada ou no que dá 100?

    Como pode 1 político ser eleito e dizer a verdade?

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  7. Amigo Bipolar,
    Estamos numa crise, iniciada para acabar com o euro. É esse o objectivo, sim, porque esta crise foi pensada,e pensada para durar varios anos e acabar com o euro. Daqui a um ano por esta altura já não existirá euro, pelos menos como o conhecemos.

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  8. Caro Anónimo,

    Acredito que a ideia principal é acabar com o Euro, para o Dollar servir de única moeda mundialmente aceite.
    Mas porque não atacam eles a Alemanha? ou qualquer país nórdico?
    A corda rebenta sempre pelo lado mais fraco!
    Independentemente do Euro acabar ou não o nosso problema continua...damos prejuízo desde 1973!
    Desde 1974 que pedimos dinheiro para pagar vícios que temos e como não produzimos o suficiente, pedimos emprestado.
    Seja a moeda o Euro ou o escudo temos de mudar de vida!

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  9. Li com atenção alguns posts, e a minha primeira reacção, independentemente de concordar ou não com o que neles é apresentado, e de ser este um blogue de conversa satisfatoriamente seria, que não se fica por opiniões sem fundamento. Logo, parabéns a todos os que se revirem neste meu comentário. Bipolar e Anónimo, ambos têm alguma razão. Se somarem os dois pontos de vista ficam mais próximos do que me parece a verdade que é mais larga do que cada pessoa a vê.
    Par ser curto eu realço o seguinte. Não basta um país não ter prejuízo para estar bem, assim era Portugal. Mas, para estar bem não pode dar prejuízo. Também não chega o FMI, aliás a preocupação do FMI é mais salvaguardar os credores, não fosse também pago por eles.
    A questão maior de Portugal é que tem as contas externas em permanente desequilíbrio e a adesão à CEE, tal como foi feita e o que se seguiu, destruindo a pouca mas importante capacidade de produzir, fizeram deste país uma impossibilidade. O que os políticos, como Mário Soares, esperavam ao propor a adesão é que Portugal já não existisse por esta hora, que tudo isto já fosse Federação Europeia. Assim, já não iriamos à falência, seriamos uma freguesia da FED, uma espécie de Trás-os-Montes ou um Algarve da Europa.
    Agora, como isto não aconteceu (a meu ver ainda bem)para sermos País temos de cumprir dois critérios;impedir importações acima das exportações e não dever mais do que produzimos.
    Basta isto. O crescimento acontecerá automaticamente e à medida que o cumprimento daqueles dois critérios permitirem.
    De resto, por exemplo, o investimento estrangeiro tem de nos trazer lucros e, para exemplificar o contrário, veja-se o que é o Algarve.
    Posto isto, no que toca ao essencial, creio que está tudo dito. À excepção que a economia só cresce quando crescem os salários, pois isso significa que a economia está de boa saúde e a desenvolver-se em áreas de alto valor acrescentado.

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  10. Obrigado pelo comentário fundamentado e pelo elogio

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  11. Boa tarde.

    Deixo o meu ponto de vista, diferente dos que aqui li, e também ligado à minha formação de economista.

    Embora admita o voto em branco como forma de protesto (embora não o use por uma questão de princípio, pois não delego a minha decisão a outros e a Democracia foi uma conquista difícil e importante), até como forma de não financiar partidos que só nos têm empobrecido, faço notar que nesta altura é mais importante eleger um Governo o mais credível possível para levar a cabo o programa de ajustamento económico a que nos vamos comprometer para receber ajuda externa. Sem ajuda externa, o ajustamento seria ainda mais forte e penalizador para a economia e os cidadãos.

    Ainda que todos os partidos do "arco do poder" tenham a sua quota parte de responsabilidade, ela é maior no caso do actual Governo, que deu vários passos em frente já próximo do abismo.

    É, por isso, óbvio e urgente mudar de Governo, que mostrou não ter qualquer credibilidade. A meu ver, o acréscimo de credibilidade com a mudança de Governo valerá a prazo, em termos de poupança de juros, mais do que os potenciais 12.6 que valem cada voto. Faço notar que a credibilidade do Governo se repercute no rating da República e, por essa via, no prémio de risco pago por quem se endivida no exterior (Estado e banca).

    É , para mim, bastante claro que ainda estamos a aprender a viver em Democracia (um conquista importante) e economia de mercado (onde estamos, inexoravelmente, inseridos), sendo que ainda não se descobriu melhor combinação para se viver condignamente em Sociedade. A corda do endividamento foi completamente esticada por Portugal, e agora vamos ter de mudar rapidamente de vida, pois vivemos demasiado tempo acima das nossas possibilidades.

    Por outro lado, se não se concorda com o sistema de partidocracia (e eu não concordo), parece-me que há formas melhores de intervenção do que o voto em branco, que significa delegar o poder de decisão aos outros. A mudança pode e deve ser feita de outras formas, por dentro ou fora dos partidos, incluindo a participação em movimentos de cidadãos (e blogues de intervenção cívica, como este) e manifestações (como a manifestação da Geração à Rasca, que teve impacto), ou mesmo o recurso à figura da petição, para mim insuficientemente usada.

    Abraço e parabéns pela criação deste espaço de intervenção cívica,
    Nuno

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  12. Boas Nuno,

    Concordo com praticamente toda a tua abordagem, o meu problema não é "dar 12,60Euros a 1 partido".
    Em quem votar?
    Portugal vive uma das maiores crises da sua história, e os candidatos são estes...
    Os partidos e seus dirigentes também são os que temos...
    E em quem vou eu votar nestes tempos conturbados?
    O PSD teve 6 Lideres desde que Sócrates formou governo!
    E se não ganhar as eleições troca novamente, aquilo é um saco de gatos!
    BE e PCP nem comento...
    PS? mais do mesmo? Não obrigado.
    CDS? Tenho de reconhecer que em termos de discurso o Paulinho das feiras é o mais focado.
    Não fala sobre muitos assuntos, não anda a divagar é juntamente com socrates o melhor em termos de político profissional.
    Mas o problema é mesmo esse, os partidos estão fechados!
    E eu como votante não posso escolher o 3º ou 4º da lista.
    Um politico, tem em primeiro lugar de ter uma profissão, e por profissão digo tipo 10 anos de trabalho! E depois estava no máximo 12 Anos como deputado (LIMITE MAXIMO).
    E 115 chegavam perfeitamente, até podiam ser aumentados em 50% que se poupava dinheiro, e poderíamos atrair os melhores... digo eu...

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  13. Não vote no FMI, é um voto nulo mas os seus 12.60€ são divididos democráticamente pelos partidos com assento na assembleia da republica, milhares de votos nulos ou brancos a 12.60 a dividir por sete tambem lhes serve, o que não convém aos políticos é abstenção porque não recebem nenhum. Eu pergunto ao longo de 38 anos de votações neste, e naquele, nos vendilhões do templo, mentirosos compulsivos, gente sem carater, sem vergonha, sem dignidade, em que o dinheiro está acima de qualquer valor, vamos votar? Em quem? Os mandadores cá do burgo serão quinhentos mil? incluindo famiglia, adjuntos, boys, vendidos e quejandos sacam dos nossos impostos seis milhões e trezentos mil€. Se não votarmos ficam em caixa sessenta e três milhões seicentos e noventa e cinco mil€.
    É sempre a mesma treta vivemos acima das nossas possibilidades quem? o povo? As PPPs, os submarinos, o bpn, o bpp, os boys, os milhões esbanjados em reparações das escolas, nos carros topo de gama dos governantes, nos roubos dos subsídios e das reformas desculpas de mal pagador a culpa é sempre dos outros os governantes são uns coitadinhos qual madre Teresa de Calcutá, tudo é lisura, tudo é feito para bens dos Portugueses.

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;)