quinta-feira, 13 de março de 2014

Portugal O Senhor dos Anéis - Portugal constrói 2 novas Ilhas - Cap. 46.


As novas ilhas Portuguesa ficarão localizadas uma a 300 Milhas Náuticas do cabo de São Vicente; 310 Milhas Náuticas da Madeira e 500 Milhas Náuticas do Porto de Ponta Delgada, nas coordenadas (37º50’N-14º70’W) e a outra muito mais pequena será localizada no rio tejo, para apoio a embarcações de transporte de passageiros, movidos a Hidrogénio ou baterias a 1 Milha Náutica de Cacilhas; a 1.5 milhas Náuticas do C. Sodré ou do T. Paço e a 2 Milhas Náuticas do Seixal ou Barreiro nas coordenadas (34º41’N- 09º07’W).


Características Ilha Atlântica



                            

A ilha no atlântico servirá entre outras coisas de protótipo, testando no terreno a funcionalidade, para, focados na exportação, ter adaptabilidade e capacidade de resposta consoante os interesses específicos de cada cliente.
Com as Dimensões de 3kms x 3kms esta nova ilha, situada no meio do oceano vai ser produzida por módulos em materiais compósitos com a base ligada em sistema de treliças funcionando como um estabilizador.
1. 200 MWh de capacidade instalada de energia eólica, Instalação de ± 100 ventoinhas de 2MWh produzidas no nosso “Cluster”com geradores made in Germany, 2 fileiras com Aerogeradores de 2MW com 150m de afastamento entre ventoinhas em quincôncio e uma produção média estimada de 2.000 MW/ dia.
2. Instalação de 1km² de Painéis solares ou 1 milhão de m² e uma produção média estimada de 700 MW/ dia.

3. Produção de Hidrogénio 50.000 kg ou 50 Tn / dia x 700 bar (armazenamento) = 45.000kg ou 45 Tn / dia.
4. Produção de oxigénio, 270.000 m³ dia ( Libertado para a atmosfera, sendo assumidos custos no seu aprovisionamento com viabilidade económica associada).
5. Capacidade de Armazenamento 250 Tn.
6. Capacidade de entrega de H2 a navios – 2 bombas de combustível com capacidade de entrega de 10 Tn/hora a 700 bar.
7. Capacidade de entrega de Electricidade a navios– Utilizando Células de combustível possibilita a conversão H2 em energia - – 2 bombas de combustível com capacidade de entrega de 10 MW/hora de electricidade.
8. 10 MW de Armazenamento de energia em baterias, para responder a picos de procura.
9. Estação de Radar.
10. Posto/Base móvel da marinha, para apoio rápido a emergências equipado com lancha rápida.
11. Heliporto com helicóptero de apoio.
12. 2 a 4 Motores de Apoio à plataforma (apoio no transporte ou georreferenciação e reposicionamento). 
Para tudo isto será formado um consórcio onde estarão representadas todas as empresas fornecedoras de equipamentos e da plataforma.
Com uma produção média diária de 50 Ton esta plataforma tem capacidade para encher os depósitos dos novos super-navios que transportam 180.000 Contentores movidos a Hidrogénio de 2 em 2 dias, sendo uma construção modelar, a produção pode ser aumentada de acordo com as necessidades.
Todas as empresas instalarão os seus equipamentos, sem custos, servindo a Ilha de Show Room, será um investimento que com a venda da 1ª plataforma passará a lucro.
Estimativa total 2MM€
EDP – 440 M€ – 22% do Consórcio.
UPSOLAR – 280 M€ - 14% do Consórcio.
AIR LIQUID – 500 M€ -25% do Consórcio.
Estaleiros de Viana –400 M€ - 20% do Consórcio.
Marinha Portuguesa / Estado – 60 M€ - 3% do Consórcio.
EFACEC – 240 M€ - 12% do Consórcio.
BATERIAS – 20 M€ - 1% do Consórcio.
Diversos – 60M€ - 3% do Consórcio.
Características Ilha Ribeirinha
A ilha no Rio Tejo servirá entre outras coisas de protótipo, testando no terreno a funcionalidade, para, focados na exportação, ter adaptabilidade e capacidade de resposta consoante os interesses específicos de cada cliente.
Com as Dimensões de 0.5kms x 0.5kms esta nova ilha, situada no meio do rio vai ser produzida por módulos em materiais compósitos com a base ligada em sistema de treliças funcionando como um estabilizador.



1. Toda a energia necessária à transformação de Água em Hidrogénio e Oxigénio será recebida por um anel circular que fará a transição entre o excedente a Norte e o excedente a Sul, permitindo que a nova plataforma absorva a energia em excesso que normalmente é vendida a menos de 10€/MWh para produção de Hidrogénio.
2. Produção de Hidrogénio 10.000 kg ou 10 Ton / dia x 700 bar (armazenamento) = 9.000kg ou 9 Ton / dia.
3. Produção de oxigénio, 54.000 m³ dia (Libertado para a atmosfera, sendo assumidos custos no seu aprovisionamento com viabilidade económica associada).
4. Capacidade de Armazenamento 50 Ton.
5. Capacidade de entrega de H2 a navios – 4 bombas de combustível com capacidade de entrega de 5 Ton/hora a 700 bar.
6. Capacidade de entrega de Electricidade a navios– Utilizando Células de combustível possibilita a conversão H2 em energia - – 2 bombas de combustível com capacidade de entrega de 5 MW/hora de electricidade. 
Estimativa total 400M€


AIR LIQUID – 140 M€ - 35% do Consórcio.
Estaleiros de Viana – 160 M€ - 40% do Consórcio.
Marinha Portuguesa / Estado – 12 M€ - 3% do Consórcio.
EFACEC – 60 M€ - 15% do Consórcio.
BATERIAS – 20 M€ - 5% do Consórcio.
Diversos – 8M€ - 2% do Consórcio. 
Com uma produção média diária de 10 Ton esta plataforma tem capacidade para encher os depósitos dos novos navios de transporte de passageiros, passando Lisboa a ser a primeira capital Europeia onde todo o transporte fluvial de passageiros não utiliza energias fósseis.
Sendo uma construção modelar, a produção pode ser aumentada de acordo com as necessidades.
Os novos barcos da transtejo vão funcionar a Hidrogénio e Baterias sendo a escolha do principal meio propulsor baseado na performance que ambos tiverem na Volta a Portugal, com as caracteristicas (1) / (2) e (3).
Todas as empresas instalarão os seus equipamentos, sem custos, servindo a Ilha de Show Room, será um investimento que com a venda da 1ª plataforma passará a lucro. 

Com um sistema eficiente e não poluente de transporte de passageiros, só na Europa temos mercados como Espanha; Itália; Grécia; Reino Unido; Noruega; Suécia; Finlândia ou Dinamarca.
Depois temos paises como o Japão, Filipinas, Coreia, transporte entre paises da America Central, Chile e golfo do Mexico...


segunda-feira, 10 de março de 2014

Estaleiros de Viana - Navios Modulares – Transporte de Mercadorias


Para a reconversão dos estaleiros de Viana numa empresa saudável temos de apostar em novos materiais para a construção de navios.

E em vários segmentos, depois da aposta na construção de navios de transporte de passageiros, esta visão deve ser complementada com a construção de navios para transporte de mercadorias.

O transporte marítimo é muito variado e regulado, e o navio a construir depende do tipo de mercadorias a transportar (Gás / Petróleo / Produtos a granel / Contentores, etc).

O transporte de contentores é o mais utilizado e consequentemente o segmento mais exportável.

Podemos dividir o Transporte Marítimos de Contentores em dois tipos:

1.      Transporte Intercontinental – Super-Navios com capacidade para transportar 16.000 Contentores.

2.      Transporte Continental / Regional – Navios com capacidade variável de 300 a 2.000 Contentores, facilmente manobráveis. 

Por cada Super-Navio construído na próxima década serão construídos mais de uma dezena de navios mais pequenos para transporte entre países ou regiões.

A construção seguirá igualmente a construção modular adoptada na construção de navios para transporte de passageiros, sendo o módulo (A) a Proa, o módulo (B) o Corpo e o Módulo (C) a Popa.  

Os contentores mais utilizados são os de 20 pés, com as dimensões 5.90m x 2.35m x 2.40m (C x L x H).
Estes navios de transporte, ao contrário dos Super-Navios, tem de ser Rápidos e facilmente manobráveis permitindo entrar e sair de qualquer porto sem apoio de rebocadores.

Apostando inicialmente na largura STANDARD com 25.00 metros permitindo o transporte de 10 contentores na largura do Navio. 

1.      Modelo 600C – Proa(A) 20.00 mt + Corpo(B) 62.00 mt + Popa(C) 8.00m – 600 Contentores e medidas totais de 90m x 25m x 24m.
 

2.      Modelo 1.200C – Proa(A) + Corpo(B) + Corpo(B) + Popa(C) – 1.200 Contentores e medidas totais de 152m x 25m x 24m.
 

3.      Modelo 1.800C – Proa(A) + Corpo(B) + Corpo(B) + Corpo(B) + Popa(C) – 1.800 Contentores e medidas totais de 214m x 25m x 24m. 

 


 
Se o maior navio do mundo tem as dimensões de 400 metros de comprimento e 60 de Largura e permite levar 18.000 contentores o nosso maior modelo sendo mais pequeno permite transportar apenas 10% da quantidade mas é 5 a 6 vezes mais rápido e como é movido a Hidrogénio ou Baterias não é poluente.

Este tipo de navios está adaptado para apoio aos grandes portos internacionais e distribuição por portos vizinhos até 1.000 Milhas Náuticas de distância, com a redistribuição rápida de mercadorias permitimos aumentar ainda mais o raio de ação destes grandes portos.

A nova visão para os Estaleiros passa pela aposta em materiais compósitos para a construção naval, passa pelo Kevlar (fibra sintética de aramida muito resistente e leve. Trata-se de um polímero resistente ao calor e sete vezes mais resistente que o aço por unidade de peso) e Fibra de carbono é uma fibra sintética composta de finos filamentos de 5 a 10 micrómetros de diâmetro e composta principalmente de carbono. Cada filamento é a união de diversos milhares de fibras de carbono, estes materiais compósitos são também designados por Materiais plásticos reforçados por fibra de carbono ("CFRP - Carbon Fiber Reinforced Plastic)".

Os irmãos Martins, novos donos dos Estaleiros, depois de uma passagem por PortugalBipolar, descobrem que construir navios com Kevlar (Zonas sujeitas a maiores vibrações e impactos (Ex: Proa) e Fibra de Carbono (Restantes zonas do navio)

Combustível

Na construção dos nossos novos navios temos de considerar Todos os sistemas que necessitam de energia para funcionar, desde o ar condicionado, luzes, passando pela abertura/fecho de portas, sistemas de apoio á navegação e claro os motores.

A sugestão de PortugalBipolar é hidrogénio como combustível para os motores, com cilindros em todo o comprimento das bases do Catamarã em nanocomposito de grafeno-zeolitecom níquel (o grafeno não é mais do que uma única camada de grafite que consegue aguentar tensões elevadas e que de forma natural tem tendência a empilhar-se por camadas. Ao introduzirmos o zeolite, conseguimos separar as camadas e alterná-las entre este material", desvenda a cientista. E é no meio do grafeno e do zeolite que é possível armazenar moléculas de hidrogénio. Já o níquel facilita a difusão do hidrogénio em radicais de hidrogénio. Este metal tem como função fazer a separação molecular do hidrogénio de forma a espalhá-lo facilmente entre a camada de grafeno e a de zeolite). 

Todo o resto funciona a baterias, preferencialmente situadas no fundo.

Ambos os sistemas de propulsão (Elétrico ou Hidrogénio) utilizam motores elétricos, existindo alguma avaria, teríamos sempre a opção de mover a embarcação utilizando outra fonte de energia.

Autonomia

A autonomia não pode ser inferior à ambição e a ambição é mudar o mundo.

A Hyundai com o modelo Tuc­son promete autonomia de 480km, nos E.U.A. os Autocarros na California registam autonomias superiores a 500km.

A Autonomia terá de ser 1.000 milhas Náuticas!

E participar na Volta a Portugal à Vela – 3.500 Milhas de pura Adrenalina, na Categoria Transporte de pessoas e mercadorias.

Velocidade

Ao falar de velocidade temos igualmente de falar da forma da embarcação, a versão catamaran, sendo mais caro comparado com um navio monocasco com a mesma área seca, ganha em estabilidade, velocidade e segurança.

Velocidade Máxima – 100 MN ou 185km / hora (Rios sem ondulação).
Velocidade Máxima – 70 MN ou 130km / hora (Mar aberto boa navegabilidade).
Velocidade Cruzeiro -  70 MN ou 130km / hora (Rios sem ondulação).
Velocidade Cruzeiro -  50 MN ou 92km / hora (Mar aberto boa navegabilidade).

Mercados de Exportação

Construindo modelos com esta versatilidade, permitindo a versão apenas elétrica, a versão apenas de hidrogénio ou a versão mista (Elétrica +Hidrogénio), com modelos adaptados ao transporte de 600 a 1800 Contentores o mercado é GLOBAL, no apoio aos grandes portos Internacionais, para sub-distribuição de mercadorias, estando apenas dependente do mérito (a testar na Volta a Portugal à Vela).

sexta-feira, 7 de março de 2014

Estaleiros de Viana - Navios Modulares – Transporte de Passageiros

Para a reconversão dos estaleiros de Viana numa empresa saudável temos de apostar em novos materiais para a construção de navios.

A nova visão para os Estaleiros passa pela aposta em materiais compósitos para a construção naval, passa pelo Kevlar (fibra sintética de aramida muito resistente e leve. Trata-se de um polímero resistente ao calor e sete vezes mais resistente que o aço por unidade de peso) e Fibra de carbono é uma fibra sintética composta de finos filamentos de 5 a 10 micrómetros de diâmetro e composta principalmente de carbono. Cada filamento é a união de diversos milhares de fibras de carbono, estes materiais compósitos são também designados por Materiais plásticos reforçados por fibra de carbono ("CFRP - Carbon Fiber Reinforced Plastic)".
Os irmãos Martins, novos donos dos Estaleiros, depois de uma passagem por PortugalBipolar, descobrem que construir navios com Kevlar e Fibra de Carbono traz vantagens acrescidas, torna os Navios mais resistentes e ao mesmo tempo mais leves.
A aposta na Construção Modelar permite maior produtividade sendo o navio para construção dividido em 3 partes (A=Proa; B=Corpo e C=Popa).
Se a construção de um navio de transporte de 300 passageiros chega à linha de montagem com proa + Corpo (300 passageiros) + Popa, a construção de um navio com capacidade para transportar 900 passageiros seria (A+B+B+B+C).

Combustível

Na construção dos nossos novos navios temos de considerar Todos os sistemas que necessitam de energia para funcionar, desde o ar condicionado, luzes, passando pela abertura/fecho de portas, sistemas de apoio á navegação e claro os motores.

A sugestão de PortugalBipolar é hidrogénio como combustível para os motores, com cilindros em todo o comprimento do tecto da embarcação de nanocomposito de grafeno-zeolitecom níquel




 (o grafeno não é mais do que uma única camada de grafite que consegue aguentar tensões elevadas e que de forma natural tem tendência a empilhar-se por camadas. Ao introduzirmos o zeolite, conseguimos separar as camadas e alterná-las entre este material", desvenda a cientista. E é no meio do grafeno e do zeolite que é possível armazenar moléculas de hidrogénio. Já o níquel facilita a difusão do hidrogénio em radicais de hidrogénio. Este metal tem como função fazer a separação molecular do hidrogénio de forma a espalhá-lo facilmente entre a camada de grafeno e a de zeolite). 
Todo o resto funciona a baterias, preferencialmente situadas no fundo.
Ambos os sistemas de propulsão (Elétrico ou Hidrogénio) utilizam motores elétricos, existindo alguma avaria, teríamos sempre a opção de mover a embarcação.


Autonomia
A autonomia não pode ser inferior à ambição e a ambição é mudar o mundo.
A Hyundai com o modelo Tuc­son promete autonomia de 480km, nos E.U.A. os Autocarros na California registam autonomias superiores a 500km.
A Autonomia terá de ser 1.000 milhas Náuticas!
E participar na Volta a Portugal à Vela – 3.500 Milhas de pura Adrenalina, na Categoria Transporte de pessoas e mercadorias.
 

Velocidade

Ao falar de velocidade temos igualmente de falar da forma da embarcação, a versão catamaran, sendo mais caro comparado com um navio monocasco com a mesma área seca, ganha em estabilidade, velocidade e segurança.

Velocidade Máxima – 100 MN ou 185km / hora (Rios sem ondulação).
Velocidade Máxima – 70 MN ou 130km / hora (Mar aberto boa navegabilidade).
Velocidade Cruzeiro -  70 MN ou 130km / hora (Rios sem ondulação).
Velocidade Cruzeiro -  50 MN ou 92km / hora (Mar aberto boa navegabilidade).

Versões

Modelo E+H2-300 – Transporte de 300 pessoas (Módulos A+B+C – 1 piso).
Modelo E+H2-600 – Transporte de 600 pessoas (Módulos A+B+B+C – 1 piso).

Modelo E+H2-900 – Transporte de 900 pessoas (Módulos A+B+B+B+C – 1 pisos).

Modelo E+H2-1.200–Transporte de 1.200 pessoas (Módulos A+B+B+C – 2 pisos).
Modelo E+H2-1.800–Transporte de 1.800 pessoas (Módulos A+B+B+B+C – 2 pisos).

A única variante em todos estes modelos são os motores, pois a sua potência depende da quantidade de pessoas a transportar e se os módulos (B) são de 1 ou 2 pisos.
Mercados de Exportação
Construindo modelos com esta versatilidade, permitindo a versão apenas elétrica, a versão apenas de hidrogénio ou a versão mista (Elétrica +Hidrogénio), com modelos adaptados ao transporte de 300 a 1800 pessoas o mercado é GLOBAL, estando apenas dependente do mérito (a testar na Volta a Portugal à Vela) e não de indisposições de governos no nosso país porque os navios falharam o acordado, andavam a menos 1 milha…
Desligar desta visão e apostar no GLOBAL e na meritocracia, caso contrário ficamos a milhas da viabilidade.

Nota – Falta o transporte de mercadorias, pescas, patrulhamento marítimo…









 

quinta-feira, 6 de março de 2014

Portugal - O Senhor dos Anéis - Hidrogénio, economia e mobilidade - Cap 45.


 
Para termos um Portugal competitivo, todas as formas de energia terão as mesmas oportunidades, sendo a escolha dos clientes e o mercado concorrencial a ditar o sucesso de uns ou de outros o governo deve legislar e sair do caminho, sem subsídios e sem grandes complicações.

Economia do Hidrogénio

O hidrogénio constitui 75% da massa elementar do Universo, embora abundante, tem que ser produzido Combinado faz parte de diversos compostos e abunda nos oceanos, formando parte da água. No gás natural aparece combinado com o carbono.
O Sol é composto por 50% de hidrogénio.

O hidrogénio tem a mais alta energia por unidade de peso comparado com qualquer combustível, uma vez que o hidrogénio é o elemento mais leve e o mais simples na periódica de Mendeleiev.

O hidrogénio puro obtém-se industrialmente através de:

1.       Redução de água com carbono (Refinarias).

2.       Extração de hidrogénio do gás natural.

3.       Em Laboratório, prepara-se quase exclusivamente com zinco (Zn) + ácido clorídrico diluído (HCl).

4.       Eletrólise da água - 2 H 2 O + electricidade = 2 H 2 + O2 (Centrais Hidroeléctricas).

5.       Gaseificação de biomassa e pirólises – (carvão queimando sem chama e hidrogénio libertado a partir de moléculas de glicose a madeira e o papel são constituídos por celulose, que é um polímero da glicose, sendo eventualmente possível, o uso destas enzimas para produzir hidrogénio de pedaços de madeira e aparas e de papel usado. A produção de hidrogénio com este método pode ser o resultado da alta temperatura que o gaseifica, bem como das pirólises de baixa temperatura resultantes da biomassa (resíduos de aglomerados, madeira, mato da limpeza das florestas, resíduos agrícolas, etc...). 

A proposta portuguesa é permitir que a economia de Hidrogénio tenha as mesmas vantagens que qualquer outra parte integrante de Portugal– O Senhor dos Anéis nomeadamente (IRC de 10% +3%).

Será privilegiada toda a produção de hidrogénio que não liberte CO2 para a atmosfera.

Ao contrário da estratégia E-mobile, de custo elevado e utilidade duvidosa a nova aposta vai passar por nichos, onde a centralização dos equipamentos reduz substancialmente os custos de distribuição.
 
1.      Carris /STCP/Rodoviária e restantes Transportes Rodoviários – Com ou sem privatização até 2016 - É obrigatória a substituição de 50% da frota, por transportes não poluentes (Baterias/Hidrogénio Mistos ou outros).

2.      Transportes de passageiros e passeios turísticos em Lisboa; Região do Douro; Alqueva e Algarve – Com ou sem privatização até 2016 - É obrigatória a substituição de 50% da frota, por transportes não poluentes (Baterias/Hidrogénio Mistos ou outros).

3.      Ilhas – Produção local de hidrogénio permitindo a substituição da frota automóvel por carros elétricos ou movidos a hidrogénio, passando os combustíveis fósseis a reflectir o custo efectivo de produção no continente, mais custos de transporte, tornando o preço por litro insuportável para a maioria.

4.      Campos de Golfe - É obrigatória a substituição de TODA a frota  por transportes não poluentes (Baterias/Hidrogénio Mistos ou outros).

5.      Armazéns de distribuição com transporte de mercadorias em empilhadores.

 A produção de hidrogénio já existe nas refinarias da Galp em Sines e Matozinhos com sequestro de CO2, pois tanto o CO2 como o H2 são matérias-primas necessárias à transformação do crude.

Existindo mercado a Galp não terá problemas em fornecer Hidrogénio mas devemos igualmente aproveitar as barragens e os seus descarregadores para que parte da água seja transformada através da hidrólise separando as moléculas de água em Oxigénio e Hidrogénio, aprisionando-os para posterior comercialização.

A hidrólise é tido como um processo caro, mas pelo que apurei são necessários 4.8 KWh para fabricar 1m³ de Hidrogénio fabricando igualmente ± 0.50 m³ de Oxigénio.
1m³ de Hidrogénio = 0.09kg, portanto para produzir 1 kg de Hidrogénio serão necessários 53.33KWh.

Devido à aposta desproporcionada que Portugal fez na energia Eólica, de noite, principalmente no Inverno existe electricidade a ser vendida no mercado Ibérico a preços inferiores a 10€/MWh que levaria o custo de produção base para produção de 1kg de Hidrogénio gastando 0.53€ de energia, mesmo com preços de 70€ MWh (preço hora de ponta) produzir 1kg de hidrogénio custa 3.73€ de energia e teríamos sempre a possibilidade de comercializar o Oxigénio ou liberta-lo para a atmosfera melhorando o ar que se respira no país!
1 kg Hidrogénio é igual a 2.8 kg de Gasolina ou 3.73 litros e neste momento ter 3.73 litros de gasolina por 3.73€ seria um sonho, sonho que o Hidrogénio pode tornar realidade.
Se a utilização de hidrogénio nas nossas ilhas trará independência energética e redução de custos em combustíveis, em Portugal continental, as nossas principais cidades, através das empresas de transporte, funcionarão como “ilhas” na implementação de uma economia que tem no Hidrogénio, um parceiro incontornável.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Alterações Climáticas, opções de Portugal da Europa e o mercado global.

Nos últimos anos as alterações climáticas estão na ordem do dia, não existindo hoje, qualquer duvida que o clima está a mudar e que essas alterações estão directamente ligadas à actividade humana.

Somos nós, somos os responsáveis e temos de mudar de rumo.
Entretanto, enquanto o mundo assobia para o lado os E.U.A. sofrem invernos históricos, que causam biliões de prejuízos, com impacto directo na economia, contribuindo para o abrandamento económico.

Nada de anormal, sendo apenas mais uma coincidência daquelas, a Europa e os E.U.A. sofrem o inverno mais frio dos últimos 100…
No Brasil a história é outra, calor, muito calor!

No final de dezembro uma enorme massa de ar quente e seco instalou-se em grande parte do território, Sendo um sistema de Alta pressão forma uma barreira e bloqueia as frentes frias que se formam no Pacífico e ficam bloqueadas ao chegar a território Brasileiro, tendo provocado na Argentina e Uruguai inundações catastróficas.

Não chove no Brasil, não existindo precipitação o solo fica cada vez mais seco e quente, aquecendo a atmosfera.
Com o aumento da temperatura a humidade do ar diminui o que provoca aumento de temperatura…

As noites não refrescam e o dia amanhece mais quente que o anterior.
A Europa Central e o interior dos E.U.A. podem igualmente ir preparando o Verão, será quente, muito quente.

Nas cidades o fenómeno é extremo, formando ilhas de calor, quanto menos arborizadas, pior.
O asfalto concentra o calor, os edifícios com o seu ar condicionado no interior, exportam o ar quente para o exterior aumentando novamente a temperatura.

Dito porquem sabe, a temperatura nas cidades pode aumentar entre 1º C a 6º C.
As cataratas do Niágara estão parcialmente congeladas e foi mais uma coisa gira que aconteceu, e pensar um pouco, não?

Entretanto na China o pessoal anda de mascaras nas cidades, será isto normal?
Uma das poucas virtudes que tenho é a de descomplicar, analisando o problema e tentando compreender a sua essência, depois tudo se torna mais fácil.

A china mudou recentemente uma lei com mais de 30 Anos, permitindo actualmente aos casais terem 2 filhos, enterrando finalmente a política de filho único.
É de prever um buummm nos nascimentos, os bebés nascem onde vivem os seus pais e a maioria vive em cidades poluídas, muito poluídas.

Algem informado e no seu perfeito juízo traz um filho ao mundo para viver de máscara, porque é nocivo respirar?

Existe nevoeiro extenso, causado pela poluição o ar é toxico e está tudo bem?

Quem sou eu para dizer aos chineses como devem viver, quando Portugal cometeu o erro inverso, através de negócios escuros de corredor, apostamos tanto em renováveis que pagamos a peso de ouro e pagamos novamente para centrais a carvão estarem paradas e centrais a gás natural a trabalhar muito ineficientemente com o único objectivo de compensar a intermitência das renováveis.

Como não gostamos de deixar os assuntos a meio, aproveita-mos e pagamos também principescamente o transporte de energia entre regiões e entre países, tudo bem negociado…
Como pede a Europa “ajudar” a China a ser menos poluente?

Bem desmontando o problema, a China queria o desenvolvimento a qualquer custo, teve-o!
Como o importante era atrair investimento industrial facilitou na poluição, o constante aumento de necessidades energéticas foi e ainda é maioritariamente compensado com centrais a carvão, que sendo as mais baratas são igualmente as mais poluentes.

E os automóveis!
Os automóveis são menos necessários quanto mais eficientes forem os transportes públicos de e para a cidade, são factos.

Como pede a Europa “ajudar” a China a ser menos poluente?
A china não exporta só mercadorias exporta também poluição e deve pagar por isso.

Apesar de todos os seus erros, Portugal devido a um inverno atípico ventoso e chuvoso produziu em Janeiro 92% de electricidade através de fontes renováveis, exportou 14% e utilizou 78%.
E em todo o ano de 2013 as energias renováveis foram sempre responsáveis por mais de 55% da produção electrica.”

Cabe à U.E. taxar os produtos made in china” tendo em conta a quantidade total de emissões geradas com essa produção e incentivar países como Portugal, que com uma aposta séria na via férrea podem fornecer produtos que chegam ás suas fronteiras com emissões pouco significativas.
A melhor maneira de ajudar a china a não poluir é taxar a poluição.

A poluição não conhece fronteiras mas o preço final de qualquer produto deve ter incluído as emissões geradas para a sua produção e o transporte.
O método poluidor pagador tem de avançar!

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Portugal, o senhor dos Anéis - “Chef’s Fish Academy” e os 5 Campeonatos do mundo de verão - Cap. 44.

Ocorre-me pensar que Portugal com a sua extensão marítima, qualquer campeonato nacional, arrisca-se a ser um verdadeiro campeonato do mundo.

É assim com a nossa volta a Portugal à vela, referida anteriormente em 3.500 Milhas de pura Adrenalina, a realizar entre Maio e Junho, com as seguintes etapas.

Na volta a Portugal à vela eis a minha sugestão para as etapas.

Etapa 1-Porto ou Viana / Albufeira – 310/360 Milhas (Verde) – 14 Horas.
Mais 2 dias de etapas Locais que contam igualmente para a classificação.

Etapa 2-Albufeira / Madeira – 530 Milhas (cor de laranja) - 24 Horas.
Mais 1 dia de etapas Locais que contam igualmente para a classificação.

Etapa 3-Funchal / Ilhas desertas/Porto Santo / Funchal – 440 Milhas (Vermelho) – 20 Horas.
Mais 1 dia de etapas Locais que contam igualmente para a classificação.

Etapa 4-Funchal / São Miguel – 550 Milhas (amarelo) – 24 Horas.
Mais 2 dias de etapas Locais que contam igualmente para a classificação.

Etapa 5-São Miguel / Santa Maria / Faial – 280 Milhas (grená) 12 Horas.
Mais 2 dias de etapas Locais que contam igualmente para a classificação.

Etapa 6-Faial / Pico / Terceira / Graciosa / Flores – 310 Milhas (Preto) – 14 Horas.
Mais 2 dia de etapas Locais que contam igualmente para a classificação.

Etapa 7-Flores / Corvo / Terceira – 220 Milhas (Branco) – 10 Horas.
Mais 2 dia de etapas Locais que contam igualmente para a classificação.

Etapa 8-Terceira / Lisboa – 860 Milhas (Cor de rosa) 38 Horas.

No total são 21 dias! De notícias, de eventos desportivos, dinamizador das economias locais, só com este campeonato…
Pode ser realizado de meados de Maio e entrar em Junho!
Então e se juntarmos, o Campeonato de Portugal de Pesca Desportiva?
E já são 2 Campeonatos de verão!

Então e se Juntarmos o campeonato de Portugal de pesca submarina?

E o campeonato nacional de fotografia Subaquática?


Conjugando os locais e os diversos campeonatos, Portugal passa a oferecer nos meses de Maio e Junho uma programação diversificada que promove o turismo, eventos desportivos de interesse relevante, desenvolvimento das economias locais e promoção do país.

Falta falar de mais um campeonato, este com características mundiais.

Aproveitar os Campeonatos Nacionais / Mundiais de Pesca Submarina; Pesca desportiva e Fotografia Subaquática, para nos mesmos locais realizar outro Campeonato Mundial “ Chef’s Fish Academy”.

Para ter relevância mundial, basta aproveitar o nome já existente (“ Chef’s Academy”), que sejamos francos, tem no peixe a sua maior falha...

Falta lá o verdadeiro peixe! Aquele peixe que é considerado por muitos o melhor peixe de mundo!

A edição especial do novo “ Chef’s Fish Academy” vai convidar os vencedores do concurso em 12 países garantindo assim o interesse internacional de países como E.U.A.; Austália; França…são 11 mais Portugal!

Estamos simultaneamente a promover o peixe nacional e os diversos campeonatos.

Não custa nada, basta “apenas” um pouco de visão…pode ser?

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

As minhas K7’s – SPORTING


 
 
Era uma vez, há muitos, muitos anos atrás, eu, o Márcio e o Papá fomos ver o GRANDE SPORTING!
 
São sensações familiares agradáveis e de loucura saudável.
Fomos de carro e estacionamos em Telheiras no primeiro ligar que encontramos, depois de algumas voltas nas redondezas.
O dia estava soalheiro e os três Mosqueteiros encaminharam-se confiantes para o estádio.
O jogo decorreu com normalidade, grande vitória e grande exibição do SPORTING!
Muitos carinhos para o Arbitro e gritar SPORTING até doer a garganta!
O normal.
Não me lembro do adversário, mas, pela disposição geral à saída, foi uma tarde daquelas!
Percorrendo o caminho os três Mosqueteiros depararam-se com um pequeno problema…
ONDE ESTÁ O CARRO?
Pai, sabes onde está o carro, perguntei eu com um tom suave.
Eu??? Não fui eu que vim a conduzir!
Abanei, mas sem baixar a guarda ataquei! Ok…ok… eu sei que fui eu o condutor, mas sabes? Sabes ou não, onde está o carro?
Já te disse que não, não sei! Tu é que devias saber, então não sabes onde estacionaste o carro?!?!?
Já em desespero, viro-me para o meu irmão, Márcio, tu sabes? Por favor? Sabes?
A resposta foi dada entre gargalhadas e no meio do desespero acabou por ser encarada com normalidade.
Julgo que o meu irmão Márcio tem um sentido de Georreferenciação ainda mais desenvolvido que eu.
E sem me gabar, que eu não sou gajo para isso, afirmo que depois de passar 10 vezes pelo mesmo local, sou capaz de lá chegar sem me enganar!
Resumindo, montamos um acampamento “BASE” onde nos reuníamos depois de explorar determinado sector.
Foi brincadeira para uma hora! Depois de 1 hora a vaguear cheguei, orgulhoso ao ponto de encontro e afirmei de peito cheio:
- ENCONTREI O CARRO! Vamos embora!
Viva o SPORTING!